terça-feira, 3 de novembro de 2009
Dificuldades
Estou encontrando dificuldades para copiar o texto a ser publicado na janela de publicação.... espero em breve continuar as publicações.
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Antonio Carlos Borges Campos
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
1. O Real lacaniano e o Conjunto dos Números Reais
Antes de apresentar o Conjunto dos Números reais farei um breve passeio por alguns dos seus subconjuntos, ou seja, por conjuntos cujos seus elementos também pertençam aos Reais.
Antes de apresentar o Conjunto dos Números reais farei um breve passeio por alguns dos seus subconjuntos, ou seja, por conjuntos cujos seus elementos também pertençam aos Reais.
1.1. Conjunto dos Números Naturais N = { 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 ...}
Podemos entender este conjunto como aquele que representa as “coisas que existem”.
O zero foi introduzido neste conjunto posteriormente a sua concepção e para algumas aplicações matemáticas não é considerado como tal, mas isto veremos em outro momento.
1.2. Conjunto dos Números Inteiros Z = {..., -3, -2, -1, 0, 1, 2, 3, ...}
A matemática chinesa desenvolve, desde o século I, o conceito do número negativo, tratado como número preto, mas somente no século VII, Brahmagupta formalizou regras para operar com eles.
Gosto de pensar os números negativos como o reflexo dos Números Naturais e de pensar no zero como o local onde fixamos o espelho que o reflete, daí a sua não reflexão.
O Conjunto dos Números Inteiros pode ser assim pensado como composto dos Naturais e dos seus reflexos
Gosto de pensar os números negativos como o reflexo dos Números Naturais e de pensar no zero como o local onde fixamos o espelho que o reflete, daí a sua não reflexão.
O Conjunto dos Números Inteiros pode ser assim pensado como composto dos Naturais e dos seus reflexos
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Antonio Carlos Borges Campos
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Pois bem: _ Há um!
Que a repeticção faça a série.
Desde que comecei minhas leituras sobre Lacan passei a conviver com um verdadeiro sentimento de estranheza, estranheza no sentido freudiano, no sentido do Unheimlich. A topologia e os conceitos lacanianos – real; simbólico; imaginário; corte; um; Φ etc – chegaram a mim como uma avalanche do sentido.
Matemático de formação, acostumado à leitura destes conceitos sob a perspectiva da ciência em que atuo, fiquei perplexo com a maneira pela qual Lacan os utilizava. Muitas vezes me pareceu que se apropriava do nome e subvertia o conceito, outras vezes observei, que os conceitos matemáticos e lacanianos convergiam. Assim, diante daquilo “que deveria ter permanecido secreto e oculto, mas veio à luz”, pus-me em movimento.
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